Autor: Marcelo Camargo

  • Brazil Flying Labs apoia alunos da UFABC na Competição EletroQuad SAE BRASIL – AXIA Energia 2026

    Brazil Flying Labs apoia alunos da UFABC na Competição EletroQuad SAE BRASIL – AXIA Energia 2026

    A Brazil Flying Labs tem orgulho de apoiar a participação de estudantes da Universidade Federal do ABC — UFABC na Competição EletroQuad SAE BRASIL – AXIA Energia 2026, realizada entre os dias 14 e 17 de maio de 2026, na Univap — Universidade do Vale do Paraíba, em São José dos Campos, SP. A competição reúne equipes universitárias de diferentes regiões do Brasil em um desafio voltado ao desenvolvimento de drones quadrotor com capacidade de voo autônomo.

    A equipe Taphros Drone Systems, formada por alunos da UFABC que também integram a Entidade Estudantil da Brazil Flying Labs, representa a universidade na edição de 2026 da competição. O grupo leva ao evento um projeto multidisciplinar que reúne engenharia, robótica, eletrônica embarcada, controle, programação e visão computacional. A equipe consta entre as inscritas oficialmente na competição, vinculada à Fundação Universidade Federal do ABC, campus São Bernardo do Campo.

    A iniciativa conta também com a articulação e o envolvimento de entidades estudantis e técnicas como Taphros, IEEE, IEEE AESS e Flying Labs, fortalecendo a conexão entre universidade, indústria, pesquisa aplicada e inovação tecnológica. Para a Brazil Flying Labs, apoiar esse tipo de participação é uma forma concreta de incentivar a formação de novos talentos em tecnologias aéreas, sistemas autônomos e aplicações responsáveis de drones.

    A EletroQuad SAE BRASIL tem caráter educacional e desafia estudantes e professores a conceber, projetar, documentar, construir e realizar o voo autônomo de um drone do tipo quadrotor. O objetivo é promover o intercâmbio de conhecimentos em engenharia de sistemas, robótica e aeronaves de asas rotativas, além de desenvolver competências como trabalho em equipe, liderança, planejamento, ética profissional, empreendedorismo e inovação.

    Mais do que uma competição, o EletroQuad é um ambiente de aprendizagem prática. Ao longo do processo, os estudantes enfrentam desafios semelhantes aos encontrados em projetos reais de engenharia: definição de requisitos, integração de sistemas, testes, documentação técnica, tomada de decisão, gestão de recursos e validação em campo. Esse tipo de experiência contribui diretamente para a formação de profissionais mais preparados para atuar em setores estratégicos da mobilidade aérea, robótica, defesa, monitoramento ambiental, cidades inteligentes e operações com drones.

    Para a Brazil Flying Labs, apoiar os alunos da UFABC reforça nosso compromisso com a democratização do acesso à tecnologia, o fortalecimento de ecossistemas locais de inovação e a formação de jovens capazes de desenvolver soluções com impacto positivo para a sociedade. Acreditamos que projetos estudantis como a Taphros Drone Systems são fundamentais para aproximar conhecimento acadêmico, prática experimental e desafios reais do setor aeroespacial.

    Desejamos sucesso à equipe da UFABC nesta jornada e parabenizamos todos os estudantes, professores, mentores e entidades envolvidas por transformar conhecimento em ação.

    Brazil Flying Labs
    Tecnologia aérea, educação e inovação para impacto social.

  • Mata Atlântica registra menor desmatamento histórico: por que dados, tecnologia e ação local continuam essenciais

    Mata Atlântica registra menor desmatamento histórico: por que dados, tecnologia e ação local continuam essenciais

    A Mata Atlântica acaba de registrar um marco importante para a conservação ambiental no Brasil. Segundo a Fundação SOS Mata Atlântica, dois dos principais sistemas de monitoramento do bioma apresentaram, em 2025, os melhores resultados de suas séries históricas.

    O SAD Mata Atlântica, desenvolvido pela SOS Mata Atlântica, MapBiomas e Arcplan, registrou queda de 28% no desmatamento, passando de 53.303 para 38.385 hectares. Já o Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, parceria entre SOS Mata Atlântica e INPE, apontou redução de 40% na supressão de florestas maduras, de 14.366 para 8.668 hectares. Pela primeira vez em quatro décadas de monitoramento, o desmatamento anual ficou abaixo de 10 mil hectares nessa categoria.

    Esse resultado mostra que políticas públicas, fiscalização, pressão social e monitoramento ambiental funcionam quando aplicados de forma contínua. Também reforça a importância de instrumentos como a Lei da Mata Atlântica, que completa 20 anos em 2026, e de sistemas técnicos capazes de transformar dados ambientais em evidências para tomada de decisão.

    Mas a boa notícia não elimina o desafio. A Mata Atlântica ainda abriga cerca de 70% da população brasileira e sustenta mais de 80% do PIB nacional, sendo essencial para segurança hídrica, estabilidade climática, biodiversidade, agricultura e qualidade de vida. Ao mesmo tempo, o bioma mantém apenas cerca de 24% de sua cobertura original, sendo aproximadamente 12,4% correspondente a florestas maduras.

    Para a Brazil Flying Labs, esse cenário confirma uma direção clara: conservar melhor exige combinar ciência, tecnologia e presença local. Drones, sensoriamento remoto, dados geoespaciais, inteligência artificial e formação de capacidades podem apoiar governos, organizações da sociedade civil, comunidades e gestores ambientais a monitorar áreas críticas, documentar mudanças no território, priorizar ações de restauração e responder mais rapidamente a riscos ambientais.

    A redução do desmatamento mostra que é possível avançar. O próximo passo é fortalecer ainda mais a capacidade de detectar, analisar e agir. Sistemas como o SAD e o Atlas oferecem uma base fundamental de monitoramento em escala. Em complemento, tecnologias locais e aplicadas podem ajudar a aproximar esses dados da realidade de campo, conectando evidências técnicas com decisões práticas.

    Na Brazil Flying Labs, trabalhamos para que tecnologias como drones, dados e IA sejam usadas de forma responsável, acessível e orientada ao impacto. A proteção da Mata Atlântica depende de políticas públicas fortes, fiscalização efetiva, restauração ecológica e também de inovação aplicada a serviço da sociedade.

    O menor desmatamento histórico é motivo de reconhecimento. Mas também é um chamado para manter a vigilância, ampliar a restauração e transformar dados ambientais em ação concreta.

    Fonte: Fundação SOS Mata Atlântica – “Desmatamento na Mata Atlântica atinge menor nível histórico e confirma trajetória de desaceleração”.

  • Brazil Flying Labs participa do World Symposium on Artificial Intelligence for Climate Change Adaptation and Mitigation em Niterói

    Brazil Flying Labs participa do World Symposium on Artificial Intelligence for Climate Change Adaptation and Mitigation em Niterói

    Nos dias 7 e 8 de maio de 2026, a Brazil Flying Labs participou do World Symposium on Artificial Intelligence for Climate Change Adaptation and Mitigation (WS-AI4CCAM), realizado em Niterói, Rio de Janeiro, na Universidade Federal Fluminense (UFF).

    O evento reuniu pesquisadores, especialistas em clima, formuladores de políticas públicas, representantes da indústria e organizações da sociedade civil para discutir o papel da Inteligência Artificial no enfrentamento das mudanças climáticas, com foco em estratégias de mitigação, adaptação, monitoramento ambiental e inovação tecnológica aplicada a desafios reais.

    Representando a Brazil Flying Labs, participaram Diego Ferruzzo, Juliana Berbert, e Marcelo Camargo, contribuindo para os debates sobre o uso de tecnologias digitais, dados geoespaciais, sensoriamento remoto e ferramentas computacionais abertas para apoiar ações climáticas.

    Durante o simpósio, a equipe também apresentou o trabalho científico “An Open-Source Python Library for Reproducible Wildfire Burn Severity Assessment”, desenvolvido por pesquisadores da Brazil Flying Labs, da Universidade Federal do ABC (UFABC) e da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).

    O estudo apresenta uma biblioteca Python open-source para avaliação reprodutível da severidade de queimadas, utilizando imagens do satélite Sentinel-2 processadas no Google Earth Engine. A solução automatiza etapas como aquisição de dados, configuração temporal, geração de mosaicos, cálculo de índices espectrais e produção de estatísticas por classe de severidade.

    A apresentação reforçou a importância de soluções baseadas em ciência aberta para apoiar o monitoramento ambiental, a resposta a desastres e a tomada de decisão em contextos de mudança climática. Ao tornar o processo de avaliação mais reprodutível, a biblioteca contribui para aproximar pesquisa científica, tecnologia operacional e aplicações práticas em campo.

    A participação da Brazil Flying Labs no WS-AI4CCAM fortalece o compromisso da organização com o desenvolvimento de tecnologias acessíveis, colaborativas e orientadas a impacto social e ambiental. O simpósio também abriu oportunidades para novas parcerias, publicações científicas e colaborações internacionais na interface entre Inteligência Artificial, clima, drones, sensoriamento remoto e sustentabilidade.

    Mais informações sobre o evento estão disponíveis no site da HAW Hamburg:

    https://www.haw-hamburg.de/detail/news/news/show/world-symposium-on-artificial-intelligence-for-climate-change-adaptation-and-mitigation-ws-ai4ccam

  • Brazil Flying Labs no Lenovo AI for Social Impact Lab: IA para ampliar respostas à crise climática

    Brazil Flying Labs no Lenovo AI for Social Impact Lab: IA para ampliar respostas à crise climática

    A participação da Brazil Flying Labs no Lenovo AI for Social Impact Lab marca um passo importante na nossa trajetória de desenvolvimento de soluções tecnológicas aplicadas a desafios socioambientais reais. Ao integrar um programa internacional realizado pela Lenovo em parceria com a Tech To The Rescue (TTTR), passamos a fazer parte de uma rede de organizações selecionadas por seu potencial de transformar conhecimento local e atuação em campo em soluções escaláveis com apoio de inteligência artificial.

    O programa foi lançado em setembro de 2024 como parte do AI for Changemakers Accelerator Program, iniciativa da TTTR voltada ao fortalecimento de organizações de impacto por meio de mentoria, capacitação e implementação prática de IA. Dentro desse contexto, o Lenovo AI for Social Impact Lab oferece suporte técnico, ferramentas, hardware, orientação especializada e colaboração direta com tecnólogos para acelerar soluções já enraizadas em desafios concretos.

    Na Brazil Flying Labs, essa participação fortaleceu uma frente que consideramos estratégica: o uso de inteligência artificial para transformar dados complexos de sensoriamento remoto em respostas mais claras, rápidas e acionáveis para quem toma decisões no território. Nossa plataforma foi desenvolvida para apoiar processos de avaliação de áreas afetadas por incêndios e priorização de restauração, convertendo imagens de satélite em inteligência prática para gestores e equipes de campo.

    Esse avanço é especialmente relevante em contextos de emergência climática. Quando incêndios florestais atingem áreas extensas, a qualidade e a velocidade das decisões influenciam diretamente o planejamento da recuperação ambiental, a priorização de recursos e a resposta institucional. O trabalho desenvolvido no âmbito do laboratório nos ajudou a fortalecer capacidades técnicas e a refinar a forma como aplicamos IA a desafios ambientais reais, conectando tecnologia de ponta a necessidades operacionais concretas.

    De acordo com o material publicado pela Lenovo, a solução associada à Brazil Flying Labs pode apoiar até 1.000 gestores territoriais em unidades de conservação no estado de São Paulo e beneficiar indiretamente mais de 15 milhões de pessoas em regiões suscetíveis a incêndios. O mesmo conteúdo destaca que a solução está sendo validada em múltiplos países por meio da rede Flying Labs, ampliando seu potencial de replicação internacional.

    Mais do que reconhecimento, a participação no Lenovo AI for Social Impact Lab reforça nossa visão de que a inteligência artificial deve funcionar como infraestrutura de apoio à tomada de decisão em temas ambientais. O valor da tecnologia, nesse caso, não está apenas em automatizar processos, mas em tornar análises complexas mais acessíveis, úteis e escaláveis para quem atua diretamente na gestão do território.

    Também é importante destacar que essa experiência nos posiciona dentro de um ecossistema global de inovação orientada por impacto. O laboratório reúne organizações que atuam em diferentes frentes da agenda climática e social, e essa conexão internacional amplia a troca de conhecimento, a validação de abordagens e a construção de soluções mais robustas para desafios compartilhados.

    Para a Brazil Flying Labs, fazer parte desse projeto significa seguir avançando na interseção entre tecnologia, ação local e impacto público. É a confirmação de que soluções desenvolvidas a partir do território brasileiro podem dialogar com desafios globais e contribuir de maneira concreta para respostas mais inteligentes à crise climática.

    Referência

    Lenovo StoryHub — AI innovation meets climate action

    Lenovo launches AI for Social Impact Lab

  • Brazil Flying Labs x Tech To The Rescue: Construindo uma Solução de IA para Avaliação de Incêndios Florestais

    Brazil Flying Labs x Tech To The Rescue: Construindo uma Solução de IA para Avaliação de Incêndios Florestais

    Empolgado em compartilhar um projeto incrível do Brazil Flying Labs. Nós fizemos parceria com a TechToTheRescue para desenvolver uma ferramenta de Avaliação de Incêndios Florestais impulsionada por IA, para mapeamento de severidade de fogo em reservas florestais de São Paulo — como as devastadas Estações Luiz Antônio e Jataí após os incêndios de 2024.

    O desafio: Incêndios massivos ameaçam a biodiversidade, os recursos hídricos e o patrimônio, exigindo uma avaliação de danos rápida e precisa. Nossa solução utiliza imagens de satélite Sentinel-2, índices espectrais (NDVI, NBR, RBR) e IA para gerar mapas interativos de severidade, calcular áreas queimadas em hectares e classificar danos como leve, moderado ou intenso. É open-source (licença MIT no GitHub) para transparência e escalabilidade.

    Confira este vídeo destacando nossa jornada:

    Componentes principais:

    • API: Construída com Python, Django REST Framework e Google Earth Engine para consulta de reservas e análise de períodos.
    • Frontend: Aplicativo baseado em React para seleção de dados, downloads (geoTIFF, JPEG) e integração com GIS (ex.: QGIS).
    • Treinamento: Curso de 35 horas em geoprocessamento, sensoriamento remoto, Python e IA para equipes técnicas.

    Agradecimentos especiais a:

    • Sonja Betschart, CEO da WeRobotics, pelo apoio inabalável e pela oportunidade de colaborar com a TTTR.
    • Alice Damasceno da Lenovo pelo financiamento e parceria.
    • Daniel Shanklin e Rhea AI pela expertise em desenvolvimento front-end e importante doação.
    • UGADS Jundiaí, CREAS Cajamar, EGP Jundiaí e Iron Mountain pelo apoio ao treinamento em Python em comunidades locais — um participante contribuiu diretamente para este projeto.
    • A dedicada equipe do Brazil Flying Labs, incluindo Diego Paolo Ferruzzo Correa, Diogo Dias, Wellington Franklyn, Juliana Berbert e Reginaldo Cardoso.

    Orgulhoso do que construímos juntos e do impacto real que já está gerando para a conservação ambiental.

  • Brazil Flying Labs no Summit Agenda SP+Verde (Pré-COP30) – Caminhando para 2026 com parcerias estratégicas

    Brazil Flying Labs no Summit Agenda SP+Verde (Pré-COP30) – Caminhando para 2026 com parcerias estratégicas

    Leia em 3 minutos

    Nos dias 4 e 5 de novembro de 2025, em São Paulo, a capital paulista recebeu o importante evento de transição climática e sustentabilidade Summit Agenda SP+Verde, organizado pelo Governo do Estado de São Paulo, a Prefeitura de São Paulo e a Universidade de São Paulo (USP).

    O evento reuniu mais de 500 palestrantes, 100 de­bates em sete palcos, e propôs uma imersão prática em economia verde, transição energética, cidades resilientes e justiça climática.

    A Brazil Flying Labs esteve presente com Diego Ferruzzo (Diretor Executivo) e Juliana Berbert (Especialista em Educação STEM) para participar dos painéis, fortalecer o networking com autoridades e iniciar conversas estratégicas com representantes do governo estadual e da Fundação Florestal do Estado de São Paulo (com quem já temos projetos em andamento) visando novas iniciativas para 2026.

    Durante o evento, destacaram-se os seguintes pontos:

    • A presença de Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, no painel de abertura, simbolizando o compromisso institucional com a agenda climática e de desenvolvimento verde.
    • A atuação do Brasil e de São Paulo como palco de engajamento para a COP30, que será realizada em novembro em Belém, fortalecendo o papel da mobilização do governo e da sociedade civil.
    • A convergência com nossa visão de capacitação local e uso de drones para conservação ambiental, conforme descrito em nossa missão institucional.

    Aproveitamos o encontro para discutir a evolução do projeto de avaliação da severidade de fogo em florestas, desenvolvido pela Brazil Flying Labs em 2025 em parceria com a Fundação Florestal do Estado de São Paulo, e para planejar novas ações conjuntas para 2026.
    Essas iniciativas têm como foco o uso de imagens de satélites, o uso de drones, o geoprocessamento e inteligência artificial em prol da conservação ambiental, monitoramento de ecossistemas e proteção da biodiversidade.

    A presença da Brazil Flying Labs no Summit reafirma nosso compromisso de ser ponte entre tecnologia, educação e impacto socioambiental — fomentando a construção de cidades mais resilientes, qualificando jovens para o futuro e integrando inovação e conservação.

    Convidamos nossos parceiros, apoiadores e comunidade a acompanhar conosco esta nova fase. Para 2026, estamos prontos para voar ainda mais alto.

    Se você ou sua instituição desejam se engajar em projetos de educação STEM, tecnologia de drones ou conservação ambiental, entre em contato conosco. Vamos juntos transformar conhecimento em impacto real.

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  • Brazil Flying Labs apresenta o projeto Post Fire Assessment no Aerovision 2025 da UFABC

    Brazil Flying Labs apresenta o projeto Post Fire Assessment no Aerovision 2025 da UFABC

    Leia em 5 minutos

    Nos dias 16 e 17 de outubro, a Universidade Federal do ABC (UFABC) sediou mais uma edição do Aerovision, conferência anual promovida pelo IEEE AESS UFABC que reúne especialistas da indústria, pesquisadores e estudantes para debater inovação e avanços em engenharia aeroespacial, drones, defesa e tecnologias aplicadas.

    Entre grandes nomes da área e empresas como Embraer, Saab, Thales, Orbital Engenharia, Mac Jee, SIATT, CISB, Agência Espacial Brasileira, entre outras.

    A Brazil Flying Labs foi uma das patrocinadoras do evento em 2025 e participou da programação do primeiro dia do evento com a apresentação:

    “Drones que Transformam Vidas: Inovação e Impacto Social da Brazil Flying Labs”, conduzida por Marcelo Camargo (Diretor de Engenharia da Brazil Flying Labs) e Diego Ferruzzo (professor da UFABC e pesquisador em sistemas de controle de VANTs).

    Durante a apresentação, foi destacado o trabalho de inovação e impacto socioambiental realizado pela Brazil Flying Labs no uso de robótica, drones e inteligência artificial aplicada à conservação ambiental, com foco especial no projeto Post Fire Assessment — uma iniciativa voltada ao monitoramento de incêndios florestais e à avaliação de danos ambientais.

    🌍 Post Fire Assessment: tecnologia aberta para proteção ambiental

    O projeto Post Fire Assessment surgiu como resposta aos incêndios que atingiram as Estações Ecológicas de Luiz Antônio e Jataí, em São Paulo, em 2024 — episódios que destruíram mais de 70% da área da Estação Jataí, representando uma grave ameaça à biodiversidade, aos recursos hídricos e ao patrimônio natural e histórico.

    Diante dessa realidade, a Brazil Flying Labs desenvolveu uma plataforma aberta de monitoramento e análise de queimadas, combinando imagens de satélite Sentinel-2, geoprocessamento e inteligência artificial para identificar e quantificar danos de forma automatizada e acessível.

    O sistema calcula índices espectrais como NDVI (Normalized Difference Vegetation Index) e NBR (Normalized Burn Ratio) antes e depois do incêndio, gerando indicadores diferenciais (ΔNDVI e ΔNBR) e o índice normalizado RBR (Relative Burn Ratio) — que permite comparar a severidade das queimadas entre diferentes regiões.

    Esses dados são transformados em mapas temáticos interativos e indicadores quantitativos (área queimada em hectares e nível de severidade), apoiando órgãos ambientais, pesquisadores e gestores públicos nas ações de planejamento de restauração, mitigação e prevenção de novos incêndios.

    💡 Código aberto e integração com GIS

    Um dos diferenciais do projeto é sua abordagem aberta e colaborativa.
    Todo o código-fonte é disponibilizado sob licença MIT, permitindo que outras instituições adaptem e integrem as ferramentas em seus próprios sistemas.

    A API do projeto foi documentada em Swagger (OpenAPI 3.0), facilitando o acesso programático aos dados de severidade de queimadas e às geometrias das reservas ecológicas do Estado de São Paulo.

    Os resultados podem ser baixados em diversos formatos — incluindo GeoTIFFs, JPEGs e camadas compatíveis com QGIS — permitindo análises georreferenciadas em múltiplos ambientes.

    🔬 Conexão entre ciência, sociedade e tecnologia

    A presença da Brazil Flying Labs no Aerovision 2025 reforçou o papel da rede como ponte entre academia, sociedade e inovação tecnológica.
    O projeto Post Fire Assessment exemplifica como sensoriamento remoto e IA podem ser aliados diretos na conservação ambiental e na gestão de desastres naturais, transformando dados em ação e fortalecendo políticas públicas baseadas em evidências.

    “Nosso objetivo é ampliar o acesso a tecnologias abertas que apoiem a resposta ambiental e a recuperação de ecossistemas afetados pelo fogo. A tecnologia deve ser uma ferramenta de empoderamento e não de exclusão”, destacou Marcelo Camargo durante a palestra.

    Ao integrar a programação, a Brazil Flying Labs reforça sua missão de usar a robótica, drones e a inteligência artificial para promover impacto social e ambiental positivo, alinhando-se à visão global da rede Flying Labs presente em mais de 40 países.

    Links:

    https://www.brazilflyinglabs.org.br/aerovision/

  • Mulheres no Comando: Palestra une Python e Drones em parceria entre Brazil Flying Labs, Coletivo Min@ e IEEE AESS UFABC

    Mulheres no Comando: Palestra une Python e Drones em parceria entre Brazil Flying Labs, Coletivo Min@ e IEEE AESS UFABC

    Leia em 3 minutos

    No dia 04 de outubro foi realizada um evento em parceria entre a Brazil Flying Labs, o projeto Coletivo Min@ e o IEEE AESS UFABC integrando as atividades do curso de Programação em Python “Barbara Liskov” voltado exclusivamente para mulheres.

    A atividade contou com a colaboração de estudantes da UFABC, membros do IEEE AESS e voluntários da Brazil Flying Labs: Pedro Campos, Mateus Correia, Eduardo Tiberio, Ana Elisa e Caio Zanoncello.

    O encontro teve como objetivo aproximar as participantes do curso ao universo dos drones e suas aplicações práticas, explorando desde conceitos introdutórios até demonstrações de voo autônomos.

    Foram apresentados os principais usos dos drones, como filmagem, transporte e mapeamento territorial, além da diferenciação entre modelos de asa fixa, rotativa e híbridos. Também foram detalhados os componentes fundamentais de um drone, incluindo motores, hélices, bateria, sensores e câmera, bem como a dinâmica de voo que possibilita sua movimentação e estabilidade no ar.

    Na parte prática, houve a demonstração de programação em Python utilizando a biblioteca djitellopy, aplicada aos drones Tello. O código apresentado permitiu decolagens, deslocamentos, rotações e manobras condicionadas à altura do voo, evidenciando as possibilidades de automação.

    As alunas também participaram de uma dinâmica em grupo, pilotando drones Tello com controle remoto, além de acompanharem um voo autônomo realizado com um drone desenvolvido pelo projeto Taphros Drone Systems, controlado pelo software QGroundControl.

    A iniciativa destacou a relevância de unir projetos tecnológicos na promoção da inclusão feminina e na disseminação de conhecimentos práticos sobre programação e sistemas aéreos não tripulados.

  • Formatura marca encerramento da 5ª edição do curso de Python com Drones em Jundiaí e Cajamar

    Formatura marca encerramento da 5ª edição do curso de Python com Drones em Jundiaí e Cajamar

    Leia em 3 minutos

    No último dia 27 de setembro de 2025, foi realizada a emocionante cerimônia de formatura da 5ª edição do curso “Python com Drones”, promovido pela Brazil Flying Labs, em parceria com a Prefeitura de Jundiaí, Prefeitura de Cajamar e a empresa Iron Mountain. O curso gratuito, voltado a jovens em situação de vulnerabilidade social, uniu tecnologia, inclusão e futuro em um só projeto.

    Durante 11 encontros semanais, 18 alunos — 9 de Jundiaí e 9 de Cajamar — mergulharam no universo da programação em Python aplicada ao controle de drones, com foco em práticas reais e desafios de inovação. Na formatura, os participantes apresentaram seus projetos finais, com missões de voo automatizadas, demonstrando domínio da linguagem e criatividade nas soluções propostas.

    Destaques desta edição:

    • Primeira turma com maioria feminina, fruto da parceria com o projeto EducaMin@ UFABC, que promove a equidade de gênero na tecnologia.
    • Participação de jovens selecionados pela UGADS (Jundiaí) e CREAS (Cajamar), garantindo acesso a quem mais precisa.
    • Infraestrutura completa disponibilizada pela EGP Jundiaí, incluindo salas, internet e apoio logístico.
    • Materiais, equipamentos e instrutores fornecidos pela Brazil Flying Labs e Iron Mountain — que também premiou os dois alunos com melhor desempenho com notebooks novos.
    • Presença inspiradora de Wellington Frankin, ex-aluno da primeira edição, agora atuando como desenvolvedor na Iron Mountain e monitor no curso.

    O curso faz parte do programa global Moving Mountains, da Iron Mountain, que apoia iniciativas educacionais em todo o mundo, e reforça o compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, promovendo educação de qualidade, redução das desigualdades e inclusão digital.

    A cerimônia de encerramento foi mais do que uma simples entrega de certificados: foi a celebração de um futuro que começa agora — com jovens mais confiantes, capacitados e conectados às oportunidades da era digital.

    Parabéns a todos os formandos!
    O céu não é o limite quando se tem conhecimento, colaboração e propósito.

    Links:

    https://jundiai.sp.gov.br/noticias/2025/10/12/jovens-concluem-curso-de-programacao-em-python-com-drones-promovido-pela-prefeitura/

    https://www.instagram.com/reel/DPv-dLaDW1X/?igsh=MTA4cDFudjcyODd2aA%3D%3D

    https://www.instagram.com/reel/DPHAhaejUaP/?igsh=MWE1bTd1aTlyZzVucA%3D%3D

    https://www.instagram.com/reel/DPHDE9dETxD/?igsh=bWM3bHVmM2dtd3Vu

    https://www.instagram.com/reel/DPHCUlCkfuk/?igsh=ejRjZHh2bXg1ZWIw

  • Brazil Flying Labs e EGP Jundiaí firmam acordo de cooperação técnica para curso de Python com Drones

    Brazil Flying Labs e EGP Jundiaí firmam acordo de cooperação técnica para curso de Python com Drones

    Leia em 3 minutos

    No dia 2 de setembro de 2025, a Escola de Gestão Pública (EGP) de Jundiaí sediou a assinatura do termo de cooperação técnica que oficializa a realização do curso “Programação em Python com Drones”, iniciativa que tem como objetivo ampliar as oportunidades de adolescentes em situação de vulnerabilidade social por meio da tecnologia.

    O acordo reúne diferentes instituições — a Brazil Flying Labs, a EGP Jundiaí, a Iron Mountain Brasil, a Unidade de Gestão de Assistência e Desenvolvimento Social da Prefeitura de Jundiaí e o CREAS de Cajamar — em um esforço conjunto para promover inclusão social, estimular o protagonismo juvenil e despertar o interesse de jovens por carreiras na área de ciência e tecnologia.

    A cerimônia contou com a presença do diretor-presidente da EGP, Silas Feitosa; da secretária de Assistência e Desenvolvimento Social de Jundiaí, Luciane Mosca; do diretor de Engenharia da Iron Mountain, Diretor de Engenharia da Brazil Flying Labs e instrutor do curso, Marcelo Camargo; da diretora do CREAS Cajamar, Rosângela da Silva Pastura; além dos diretores da EGP, Elvis Brassaroto Aleixo e Karina Neves Bizzaro.

    Faltando apenas dois encontros para a conclusão das atividades, os alunos já se preparam para a formatura em 27 de setembro, quando irão apresentar os trabalhos desenvolvidos e celebrar a conquista.

    Segundo Silas Feitosa, a assinatura marca um momento estratégico para a cidade:

    “Mais do que um curso em andamento, este projeto representa a união de esforços entre poder público, iniciativa privada e organizações sociais para transformar realidades e oferecer novas perspectivas de futuro para esses jovens.”

    Cooperação para gerar impacto

    A Brazil Flying Labs tem como missão promover o uso ético e inclusivo da robótica aérea para gerar impacto social, e a parceria com a EGP Jundiaí reforça esse compromisso. Este acordo mostra que quando diferentes setores se unem — governo, empresas e organizações da sociedade civil — é possível criar oportunidades concretas para que jovens em situação de vulnerabilidade tenham acesso a inovação, ciência e futuro.

    Link para artigo Prefeitura Jundiaí: https://egp.jundiai.sp.gov.br/2025/09/11/egp-fortalece-parcerias-com-instituicoes-privadas-e-leva-inovacao-a-adolescentes-em-situacao-de-vulnerabilidade/

    Link para Vídeo no Instagram: https://www.instagram.com/reel/DOdul64DZvY