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  • Brazil Flying Labs no Global Flying Labs Retreat 2026: colaboração global, estratégia e inovação

    Brazil Flying Labs no Global Flying Labs Retreat 2026: colaboração global, estratégia e inovação

    Leia em 3 minutos

    Entre os dias 26 e 28 de janeiro de 2026, o Brazil Flying Labs participou do Global Flying Labs Retreat, realizado presencialmente em Pune, na Índia. O encontro reuniu 38 participantes presenciais e 12 participantes virtuais, representando 26 países, em um momento particularmente simbólico para a rede: a celebração de 10 anos da WeRobotics e 8 anos da Flying Labs Network.

    O retreat foi concebido como um espaço de pausa estratégica, reflexão coletiva e construção de futuro. Ao longo de três dias intensos, os participantes revisitaram a trajetória da rede, analisaram aprendizados acumulados e, sobretudo, cocriaram caminhos para os próximos 3 a 5 anos, a partir da apresentação da nova estratégia institucional da WeRobotics.

    Representação do Brazil Flying Labs e protagonismo técnico

    O Brazil Flying Labs foi representado por Juliana Berbert, que participou ativamente das sessões estratégicas, técnicas e de intercâmbio cultural. Durante o retreat, Juliana apresentou o trabalho desenvolvido pelo BFL na área de avaliação de incêndios florestais (wildfire assessment), com foco no uso integrado de imagens de satélite, análise de dados e apoio à tomada de decisão em contextos de risco ambiental.

    A apresentação despertou forte interesse entre os participantes e resultou em um avanço concreto: a articulação de um grupo inicial com cinco outros Flying Labs, que se comprometeram a iniciar conjuntamente a fase de testes e validação da solução, em diferentes contextos territoriais. Esse desdobramento reforça o papel do Brazil Flying Labs como um polo de inovação aplicada, capaz de transformar conhecimento técnico em colaboração internacional e impacto real.

    Troca de conhecimento, rede e cultura

    Além das sessões estratégicas, o retreat foi marcado por momentos de compartilhamento de soluções reais, nos quais os Flying Labs apresentaram projetos em andamento, desafios enfrentados e abordagens locais para problemas globais. As sessões de networking foram pautadas por conversas francas, escuta ativa e fortalecimento de vínculos entre regiões.

    O intercâmbio cultural também ocupou um lugar central na experiência. Os participantes tiveram a oportunidade de aprender danças tradicionais indianas, experimentar a culinária local e compartilhar expressões culturais de diferentes partes do mundo, fortalecendo o senso de pertencimento e diversidade da rede.

    Como parte da programação, o grupo realizou ainda uma visita às Karla Buddhist Caves, um complexo monástico com mais de 2.000 anos de história, proporcionando um momento de conexão profunda com o patrimônio histórico e espiritual da região.

    Uma rede verdadeiramente global

    O retreat contou com a participação presencial de Flying Labs de Bolívia, Butão, Brasil, Burkina Faso, Camarões, Jamaica, Índia, Malásia, México, Marrocos, Moçambique, Nepal, Panamá, Filipinas, Senegal e Zâmbia, além da participação virtual de Bangladesh, Japão, Quênia, Namíbia, África do Sul, Togo, Uganda e Zimbábue. Essa diversidade geográfica reforçou o caráter global da rede e a potência da colaboração distribuída.

    O evento foi generosamente sediado no campus do India Flying Labs, no ISDS MKSSS Campus, cuja hospitalidade foi essencial para o sucesso do encontro.

    Olhando para o futuro

    A participação do Brazil Flying Labs no Global Flying Labs Retreat 2026 reafirma o compromisso do laboratório com inovação responsável, cooperação internacional e soluções tecnológicas orientadas ao impacto socioambiental. O avanço da iniciativa de wildfire assessment para uma fase colaborativa de testes e validação internacional é um exemplo concreto de como a rede Flying Labs transforma encontros estratégicos em ações coordenadas e resultados tangíveis.

    Mais do que um encontro, o retreat foi um marco coletivo, um espaço onde passado, presente e futuro se encontraram para fortalecer uma rede que segue crescendo, aprendendo e inovando, com os pés no território e o olhar no mundo.

  • Presença irregular de drones em área de aproximação reforça alerta sobre segurança aérea e responsabilidade legal

    Presença irregular de drones em área de aproximação reforça alerta sobre segurança aérea e responsabilidade legal

    Leia em 3 minutos

    O registro recente de drones operando nas proximidades do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, no dia 15 de fevereiro de 2026, reacende um debate urgente sobre segurança operacional, cultura aeronáutica e responsabilidade no uso de aeronaves não tripuladas.

    Independentemente de circunstâncias pontuais, é fundamental compreender que qualquer objeto voador não autorizado em zona de aproximação representa risco real à aviação comercial, executiva e à segurança pública.

    O que acontece quando um drone invade área de aeroporto?

    A presença de drones em áreas de aproximação ou decolagem pode levar a:

    • Suspensão imediata de pousos e decolagens
    • Desvios de aeronaves para aeroportos alternativos
    • Aumento do consumo de combustível
    • Impacto em conexões internacionais
    • Custos operacionais relevantes para companhias aéreas
    • Risco potencial à integridade estrutural de aeronaves

    Em aeroportos de grande movimento como Guarulhos, que opera milhares de passageiros por hora, qualquer interrupção gera efeito cascata em todo o sistema aéreo nacional.

    O que diz a legislação brasileira?

    No Brasil, a operação de drones é regulada por três órgãos principais:

    • ANAC – Regulamentação aeronáutica (RBAC-E 94)
    • DECEA – Controle do espaço aéreo (SARPAS)
    • ANATEL – Homologação de radiofrequência

    É proibido operar drones sem autorização em áreas próximas a aeródromos. Além disso:

    • Voos em zonas de controle (CTR) exigem autorização prévia
    • Operações acima de 120 metros são restritas
    • O operador deve manter linha de visada visual
    • O equipamento deve estar devidamente cadastrado

    A violação dessas regras pode resultar em:

    • Multas administrativas
    • Apreensão do equipamento
    • Responsabilização civil por danos
    • Enquadramento criminal por atentado contra a segurança do transporte aéreo

    Não se trata de uma infração leve. Dependendo do contexto, pode haver implicações penais.

    Drone não é brinquedo

    Um ponto crítico é a percepção pública. A popularização dos drones recreativos trouxe benefícios para fotografia, inspeções, agricultura e mapeamento. No entanto, a facilidade de compra não elimina a complexidade regulatória.

    Um drone operando a poucos quilômetros de um aeroporto pode estar tecnicamente dentro de uma área controlada, mesmo que o operador “não veja avião nenhum”.

    E é aí que mora o perigo.

    A aproximação final de uma aeronave comercial ocorre a baixa altitude e alta velocidade. Um impacto com drone pode causar danos a motores, para-brisa ou superfícies de comando.

    Tecnologia ajuda, mas não resolve sozinha

    Geofencing, identificação remota (Remote ID) e bloqueios automáticos são ferramentas importantes. Porém:

    • Nem todos os equipamentos possuem sistemas ativos
    • Modificações ilegais removem barreiras de segurança
    • Operadores mal-intencionados ignoram alertas

    A solução não é apenas tecnológica — é cultural e educativa.

    O papel da educação e da governança

    Na Brazil Flying Labs, por meio do nosso Hub CAA (Civil Aviation Advisory), defendemos três pilares:

    1. Educação técnica obrigatória para operadores
    2. Fortalecimento da fiscalização inteligente
    3. Campanhas públicas de conscientização

    O uso responsável de drones é essencial para que o setor continue crescendo com segurança.

    Impacto sistêmico

    Quando um aeroporto fecha por presença de drone:

    • Companhias aéreas acumulam prejuízos
    • Passageiros enfrentam atrasos e conexões perdidas
    • O sistema aéreo absorve pressão operacional
    • A imagem do setor de drones sofre desgaste

    Ou seja, a atitude isolada de um operador impacta todo o ecossistema.

    Caminho para frente

    O Brasil possui uma das estruturas regulatórias mais completas da América Latina para drones. O desafio agora é fortalecer:

    • Cultura de conformidade
    • Fiscalização baseada em dados
    • Integração entre autoridades
    • Responsabilização efetiva

    Drones são ferramentas extraordinárias para desenvolvimento econômico, monitoramento ambiental, agricultura de precisão e inovação social. Mas seu uso exige maturidade operacional.

    Segurança aérea não é opcional.

    É fundamento.

    Leia a cobertura original do caso

    Para acompanhar a reportagem jornalística completa com detalhes operacionais e desdobramentos do evento, recomendamos a leitura da matéria publicada pelo portal AEROIN:

    🔗 Aeroporto de Guarulhos é fechado duas vezes na tarde deste domingo de carnaval devido à presença de drones
    Disponível em:
    https://www.aeroin.net/aeroporto-de-guarulhos-e-fechado-duas-vezes-na-tarde-deste-domingo-de-carnaval-devido-a-presenca-de-drones/

  • Technology with Purpose: How Flying Labs Contribute to the Sustainable Development Goals from the Global South and for the Global South

    The WeRobotics marks 10 years of co-creating technological solutions from the Global South and for the Global South, guided by a clear motto: Start local, become global, return local.

    Opinion article written by:

    Mgt. Ronald Beltrán Tórrez
    Bolivia Flying Labs

    Dr. Diego Ferruzzo
    Brazil Flying Labs

    For many years, a large share of technological solutions to the world’s most urgent problems were designed far from the territories where those problems actually occur. Climate change, wildfires, environmental degradation, food insecurity, and the lack of reliable data have often been addressed from headquarters in the Global North, using imported models that do not always align with local realities.

    The Sustainable Development Goals (SDGs) were conceived as a global agenda, but their design and implementation are deeply local. This leads to a key question:
    how can we ensure that technology truly contributes to the SDGs in diverse, complex, and often vulnerable Global South contexts?

    One of the most compelling answers to emerge in recent years is the Flying Labs global network, created by WeRobotics. Guided by the principle Start local, become global, return local, the network co-creates solutions with communities—local solutions with global potential—based on drone technology, data, and AI, serving the people and communities that need them most.

    From “for” the territory to “from” the territory

    The main distinction of the Flying Labs approach is not the technology itself, but the point from which it is co-created and implemented. Rather than importing technological solutions for communities, the focus is on building technological capacity from within communities, grounded in local knowledge and lived experience.

    This shift is essential for generating real SDG impact. When technology is locally owned, it stops being an external tool and becomes a means to strengthen decision-making, territorial resilience, and long-term sustainability.

    In this sense, the WeRobotics Flying Labs global network represents innovation not only at the technological level, but also at organizational and cultural levels.

    Technology with real impact in Latin America

    In Latin America, Flying Labs have shown that technological innovation can be deeply human when it is connected to real territorial needs.

    Solutions co-created and tested in local communities are documented and shared across the network, allowing them to be replicated and improved, enriched by the knowledge, experiences, and needs of other regions around the world.In Bolivia, for example, the use of drones and geospatial data analysis has strengthened wildfire prevention initiatives, directly contributing to SDG 13 (Climate Action) and SDG 15 (Life on Land). Technology has not been used merely to map, but to anticipate risks, support local decision-making, and generate evidence useful to both public and private stakeholders.

    In Brazil, inspired by the Bolivian experience, the Flying Labs network has been working on projects related to environmental monitoring, territorial management, and community support, demonstrating how technology can scale its impact when local knowledge, trust, and inter-institutional collaboration are present.

    In Peru, the Flying Labs network, in collaboration with private technology companies, transports medicines to remote communities, enabling medical care for residents who lack access to basic health services.

    These examples share a common pattern: technology works when there is local ownership and a clear purpose.

    SDGs are not achieved with hardware alone

    One of the main lessons learned from implementing SDG-aligned projects within the Flying Labs network is that hardware alone is not enough. Drones, sensors, and digital platforms are enablers, but real impact occurs when three dimensions are integrated:

    • Local capacity: co-creation of solutions, skills development, knowledge transfer, and territorial leadership grounded in local expertise and experience.
    • Trust: long-term relationships with communities and institutions, ensuring sustainable and lasting solutions.
    • Data governance: ethical, transparent, and context-aware use of information.

    Flying Labs operate precisely at this intersection, where technology is not an end in itself, but a tool serving data-driven decision-making.

    SDGs and South–South collaboration

    Another defining feature of the Flying Labs model is its ability to promote South–South collaboration. Countries facing similar challenges share lessons, experiences, and solutions without relying exclusively on models from the Global North.

    This collaboration is particularly relevant for achieving the SDGs, as it allows solutions to be adapted to contexts with similar budgetary, institutional, and logistical constraints. The Flying Labs network does not standardize responses; it shares capabilities.

    In a world where challenges are increasingly interconnected, this form of collaboration becomes a strategic advantage, with greater potential for sustainability and longevity.

    Key lessons for the future of the SDGs

    In Latin America, the Flying Labs experience offers valuable lessons for any organization seeking to contribute to the Sustainable Development Goals:

    • Technology should solve real problems, not showcase sophistication.
    • Sustainable impact requires local leadership, not external dependency.
    • SDGs are achieved through ecosystems, not isolated projects.
    • The most powerful innovation combines technology, culture, and territory.

    Closing the loop: purpose, technology, and people

    In a world striving to accelerate progress toward the SDGs, the Flying Labs network reminds us of something essential: technology with purpose emerges when we trust people and local knowledge.

    From the Global South and for the Global South, the Flying Labs network demonstrates that it is possible to build technological innovation with real, sustainable, and ethical impact—aligned with the SDGs and deeply connected to local realities.

    More than delivering solutions, it is about building capacities.
    More than innovating quickly, it is about innovating with meaning and purpose.

    Along this path, technology ceases to be the protagonist and becomes what it always should have been: an ally of sustainable human development.

    Mgt. Ronald Beltrán Tórrez
    Bolivia Flying Labs

    Dr. Diego Ferruzzo
    Brazil Flying Labs

  • Tecnologia com propósito: como os Flying Labs contribuem para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável a partir do Sul Global e para o Sul Global

    Tecnologia com propósito: como os Flying Labs contribuem para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável a partir do Sul Global e para o Sul Global

    A WeRobotics completa 10 anos co-criando soluções tecnológicas no Sul Global e para o Sul Global, com o lema: Comece local, torne-se global, retorne ao local.

    Artigo de opinião escrito por:

    Mgt. Ronald Beltrán Tórrez
    Bolivia Flying Labs

    Dr. Diego Ferruzzo
    Brazil Flying Labs

    Durante anos, grande parte das soluções tecnológicas para os problemas mais urgentes do mundo foi concebida longe dos territórios onde esses problemas realmente ocorrem. Mudanças climáticas, incêndios florestais, degradação ambiental, insegurança alimentar ou a falta de dados confiáveis foram enfrentados, muitas vezes, a partir de escritórios centrais no norte global e modelos importados que nem sempre dialogavam com a realidade local onde eram aplicados.

    Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) nasceram como uma agenda global, mas seu desenho e sua implementação são profundamente locais. E é nesse contexto que surge uma pergunta-chave:

    como garantir que a tecnologia realmente contribua para os ODS em contextos diversos, complexos e, muitas vezes, vulneráveis como os do Sul Global?

    Uma das respostas mais interessantes que emergiram nos últimos anos é o modelo da rede global Flying Labs, criado pela WeRobotics. Com o lema: Comece local, torne-se global e retorne ao local, a rede vem co-criando junto às comunidades,  soluções locais com potencial global,  baseadas em tecnologia de drones, dados e IA para as pessoas e comunidades que mais precisam.

    Do “para” ao “a partir do” território

    A principal diferença da abordagem dos Flying Labs não está na tecnologia em si, mas no ponto de partida de onde ela é co-criada e implementada. Não se trata de importar soluções tecnológicas “para” as comunidades, mas de construir capacidades tecnológicas a partir das próprias comunidades, tendo como base o conhecimento e a experiência locais.

    Essa mudança de enfoque é fundamental para gerar impacto real nos ODS. Quando a tecnologia é apropriada localmente, ela deixa de ser uma ferramenta externa e passa a ser um meio para fortalecer a tomada de decisão, a resiliência territorial e a sustentabilidade de longo prazo.

    Nesse sentido, a rede global Flying Labs da WeRobotics representa uma inovação não apenas tecnológica, mas também organizacional e cultural.

    Tecnologia com impacto real na América Latina

    Na América Latina, os Flying Labs têm demonstrado que a inovação tecnológica pode ser profundamente humana quando conectada às necessidades reais do território.

    As soluções co-criadas e testadas nas comunidades locais são documentadas e compartilhadas com toda a rede, permitindo que sejam replicadas e aprimoradas, enriquecendo-se a partir dos conhecimentos, experiências e necessidades locais de outras regiões do globo.

    Na Bolívia, por exemplo, o uso de drones e a análise de dados geoespaciais têm fortalecido iniciativas de prevenção de incêndios florestais, contribuindo diretamente para o ODS 13 (Ação contra a mudança do clima) e o ODS 15 (Vida terrestre). A tecnologia não foi utilizada apenas para mapear, mas para antecipar riscos, apoiar decisões locais e gerar evidências úteis para atores públicos e privados.

    No Brasil, inspirada pela experiência boliviana, a rede Flying Labs vem atuando em projetos relacionados ao monitoramento ambiental, à gestão territorial e ao apoio às comunidades, demonstrando como a tecnologia pode escalar seu impacto quando há conhecimento local, confiança e colaboração interinstitucional.

    No Peru, a rede Flying Labs, em colaboração com empresas privadas do setor de tecnologia, transporta medicamentos para comunidades remotas, possibilitando atendimento médico a moradores que não têm acesso a serviços básicos de saúde.

    Esses exemplos compartilham um mesmo padrão: a tecnologia funciona quando há apropriação local e propósito claro.

    Os ODS não são alcançados apenas com hardware

    Um dos principais aprendizados na implementação de projetos alinhados aos ODS na rede Flying Labs  é que o hardware, por si só, não é suficiente. Drones, sensores e plataformas digitais são facilitadores, mas o impacto real acontece quando três dimensões são integradas:

    1. Capacidade local: co-criação de soluções, fortalecimento da formação, transferência de conhecimento e liderança territorial, tendo como base o saber e a experiência locais.
    2. Confiança: relações de longo prazo com comunidades e instituições, garantindo soluções sustentáveis e duradouras.
    3. Governança de dados: uso ético, transparente e contextualizado das informações.

    Os Flying Labs atuam justamente nessa interseção, onde a tecnologia não é um fim em si mesma, mas uma ferramenta a serviço da tomada de decisão baseada em dados.

    ODS e colaboração Sul–Sul

    Outro elemento que diferencia o modelo Flying Labs é sua capacidade de promover a colaboração Sul–Sul. Países com desafios semelhantes compartilham aprendizados, experiências e soluções sem depender exclusivamente de modelos do Norte Global.

    Essa colaboração é especialmente relevante para o alcance dos ODS, pois permite adaptar soluções a contextos com limitações orçamentárias, institucionais e logísticas semelhantes. A rede Flying Labs não padroniza respostas; ela compartilha capacidades.

    Em um mundo onde os desafios estão cada vez mais interconectados, essa forma de colaboração se torna uma vantagem estratégica, com maiores chances de ser autossustentável e duradoura.

    Lições-chave para o futuro dos ODS

    Na América Latina, a experiência da rede Flying Labs deixa aprendizados valiosos para qualquer organização interessada em contribuir para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável:

    • A tecnologia deve resolver problemas reais, não demonstrar sofisticação.
    • O impacto sustentável exige liderança local, não dependência externa.
    • Os ODS são alcançados por meio de ecossistemas, não de projetos isolados.
    • A inovação mais poderosa é aquela que combina tecnologia, cultura e território.

    Fechando o ciclo: propósito, tecnologia e pessoas

    Em um mundo que busca acelerar o cumprimento dos ODS, a abordagem da rede Flying Labs nos lembra de algo essencial: a tecnologia com propósito nasce quando se confia nas pessoas e no conhecimento local.

    A partir do Sul Global e para o Sul Global, a rede Flying Labs demonstra que é possível construir inovação tecnológica com impacto real, sustentável e ético, alinhada aos ODS e profundamente conectada às realidades locais.

    Mais do que levar soluções, trata-se de criar capacidades.

    Mais do que inovar rapidamente, trata-se de inovar com sentido e propósito.

    E, nesse caminho, a tecnologia deixa de ser protagonista para se tornar aquilo que sempre deveria ter sido: uma aliada do desenvolvimento humano sustentável.

    Mgt. Ronald Beltrán Tórrez
    Bolivia Flying Labs

    Dr. Diego Ferruzzo
    Brazil Flying Labs

  • Brazil Flying Labs x Tech To The Rescue: Construindo uma Solução de IA para Avaliação de Incêndios Florestais

    Brazil Flying Labs x Tech To The Rescue: Construindo uma Solução de IA para Avaliação de Incêndios Florestais

    Empolgado em compartilhar um projeto incrível do Brazil Flying Labs. Nós fizemos parceria com a TechToTheRescue para desenvolver uma ferramenta de Avaliação de Incêndios Florestais impulsionada por IA, para mapeamento de severidade de fogo em reservas florestais de São Paulo — como as devastadas Estações Luiz Antônio e Jataí após os incêndios de 2024.

    O desafio: Incêndios massivos ameaçam a biodiversidade, os recursos hídricos e o patrimônio, exigindo uma avaliação de danos rápida e precisa. Nossa solução utiliza imagens de satélite Sentinel-2, índices espectrais (NDVI, NBR, RBR) e IA para gerar mapas interativos de severidade, calcular áreas queimadas em hectares e classificar danos como leve, moderado ou intenso. É open-source (licença MIT no GitHub) para transparência e escalabilidade.

    Confira este vídeo destacando nossa jornada:

    Componentes principais:

    • API: Construída com Python, Django REST Framework e Google Earth Engine para consulta de reservas e análise de períodos.
    • Frontend: Aplicativo baseado em React para seleção de dados, downloads (geoTIFF, JPEG) e integração com GIS (ex.: QGIS).
    • Treinamento: Curso de 35 horas em geoprocessamento, sensoriamento remoto, Python e IA para equipes técnicas.

    Agradecimentos especiais a:

    • Sonja Betschart, CEO da WeRobotics, pelo apoio inabalável e pela oportunidade de colaborar com a TTTR.
    • Alice Damasceno da Lenovo pelo financiamento e parceria.
    • Daniel Shanklin e Rhea AI pela expertise em desenvolvimento front-end e importante doação.
    • UGADS Jundiaí, CREAS Cajamar, EGP Jundiaí e Iron Mountain pelo apoio ao treinamento em Python em comunidades locais — um participante contribuiu diretamente para este projeto.
    • A dedicada equipe do Brazil Flying Labs, incluindo Diego Paolo Ferruzzo Correa, Diogo Dias, Wellington Franklyn, Juliana Berbert e Reginaldo Cardoso.

    Orgulhoso do que construímos juntos e do impacto real que já está gerando para a conservação ambiental.

  • Brazil Flying Labs no Summit Agenda SP+Verde (Pré-COP30) – Caminhando para 2026 com parcerias estratégicas

    Brazil Flying Labs no Summit Agenda SP+Verde (Pré-COP30) – Caminhando para 2026 com parcerias estratégicas

    Leia em 3 minutos

    Nos dias 4 e 5 de novembro de 2025, em São Paulo, a capital paulista recebeu o importante evento de transição climática e sustentabilidade Summit Agenda SP+Verde, organizado pelo Governo do Estado de São Paulo, a Prefeitura de São Paulo e a Universidade de São Paulo (USP).

    O evento reuniu mais de 500 palestrantes, 100 de­bates em sete palcos, e propôs uma imersão prática em economia verde, transição energética, cidades resilientes e justiça climática.

    A Brazil Flying Labs esteve presente com Diego Ferruzzo (Diretor Executivo) e Juliana Berbert (Especialista em Educação STEM) para participar dos painéis, fortalecer o networking com autoridades e iniciar conversas estratégicas com representantes do governo estadual e da Fundação Florestal do Estado de São Paulo (com quem já temos projetos em andamento) visando novas iniciativas para 2026.

    Durante o evento, destacaram-se os seguintes pontos:

    • A presença de Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, no painel de abertura, simbolizando o compromisso institucional com a agenda climática e de desenvolvimento verde.
    • A atuação do Brasil e de São Paulo como palco de engajamento para a COP30, que será realizada em novembro em Belém, fortalecendo o papel da mobilização do governo e da sociedade civil.
    • A convergência com nossa visão de capacitação local e uso de drones para conservação ambiental, conforme descrito em nossa missão institucional.

    Aproveitamos o encontro para discutir a evolução do projeto de avaliação da severidade de fogo em florestas, desenvolvido pela Brazil Flying Labs em 2025 em parceria com a Fundação Florestal do Estado de São Paulo, e para planejar novas ações conjuntas para 2026.
    Essas iniciativas têm como foco o uso de imagens de satélites, o uso de drones, o geoprocessamento e inteligência artificial em prol da conservação ambiental, monitoramento de ecossistemas e proteção da biodiversidade.

    A presença da Brazil Flying Labs no Summit reafirma nosso compromisso de ser ponte entre tecnologia, educação e impacto socioambiental — fomentando a construção de cidades mais resilientes, qualificando jovens para o futuro e integrando inovação e conservação.

    Convidamos nossos parceiros, apoiadores e comunidade a acompanhar conosco esta nova fase. Para 2026, estamos prontos para voar ainda mais alto.

    Se você ou sua instituição desejam se engajar em projetos de educação STEM, tecnologia de drones ou conservação ambiental, entre em contato conosco. Vamos juntos transformar conhecimento em impacto real.

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  • Brazil Flying Labs apresenta o projeto Post Fire Assessment no Aerovision 2025 da UFABC

    Brazil Flying Labs apresenta o projeto Post Fire Assessment no Aerovision 2025 da UFABC

    Leia em 5 minutos

    Nos dias 16 e 17 de outubro, a Universidade Federal do ABC (UFABC) sediou mais uma edição do Aerovision, conferência anual promovida pelo IEEE AESS UFABC que reúne especialistas da indústria, pesquisadores e estudantes para debater inovação e avanços em engenharia aeroespacial, drones, defesa e tecnologias aplicadas.

    Entre grandes nomes da área e empresas como Embraer, Saab, Thales, Orbital Engenharia, Mac Jee, SIATT, CISB, Agência Espacial Brasileira, entre outras.

    A Brazil Flying Labs foi uma das patrocinadoras do evento em 2025 e participou da programação do primeiro dia do evento com a apresentação:

    “Drones que Transformam Vidas: Inovação e Impacto Social da Brazil Flying Labs”, conduzida por Marcelo Camargo (Diretor de Engenharia da Brazil Flying Labs) e Diego Ferruzzo (professor da UFABC e pesquisador em sistemas de controle de VANTs).

    Durante a apresentação, foi destacado o trabalho de inovação e impacto socioambiental realizado pela Brazil Flying Labs no uso de robótica, drones e inteligência artificial aplicada à conservação ambiental, com foco especial no projeto Post Fire Assessment — uma iniciativa voltada ao monitoramento de incêndios florestais e à avaliação de danos ambientais.

    🌍 Post Fire Assessment: tecnologia aberta para proteção ambiental

    O projeto Post Fire Assessment surgiu como resposta aos incêndios que atingiram as Estações Ecológicas de Luiz Antônio e Jataí, em São Paulo, em 2024 — episódios que destruíram mais de 70% da área da Estação Jataí, representando uma grave ameaça à biodiversidade, aos recursos hídricos e ao patrimônio natural e histórico.

    Diante dessa realidade, a Brazil Flying Labs desenvolveu uma plataforma aberta de monitoramento e análise de queimadas, combinando imagens de satélite Sentinel-2, geoprocessamento e inteligência artificial para identificar e quantificar danos de forma automatizada e acessível.

    O sistema calcula índices espectrais como NDVI (Normalized Difference Vegetation Index) e NBR (Normalized Burn Ratio) antes e depois do incêndio, gerando indicadores diferenciais (ΔNDVI e ΔNBR) e o índice normalizado RBR (Relative Burn Ratio) — que permite comparar a severidade das queimadas entre diferentes regiões.

    Esses dados são transformados em mapas temáticos interativos e indicadores quantitativos (área queimada em hectares e nível de severidade), apoiando órgãos ambientais, pesquisadores e gestores públicos nas ações de planejamento de restauração, mitigação e prevenção de novos incêndios.

    💡 Código aberto e integração com GIS

    Um dos diferenciais do projeto é sua abordagem aberta e colaborativa.
    Todo o código-fonte é disponibilizado sob licença MIT, permitindo que outras instituições adaptem e integrem as ferramentas em seus próprios sistemas.

    A API do projeto foi documentada em Swagger (OpenAPI 3.0), facilitando o acesso programático aos dados de severidade de queimadas e às geometrias das reservas ecológicas do Estado de São Paulo.

    Os resultados podem ser baixados em diversos formatos — incluindo GeoTIFFs, JPEGs e camadas compatíveis com QGIS — permitindo análises georreferenciadas em múltiplos ambientes.

    🔬 Conexão entre ciência, sociedade e tecnologia

    A presença da Brazil Flying Labs no Aerovision 2025 reforçou o papel da rede como ponte entre academia, sociedade e inovação tecnológica.
    O projeto Post Fire Assessment exemplifica como sensoriamento remoto e IA podem ser aliados diretos na conservação ambiental e na gestão de desastres naturais, transformando dados em ação e fortalecendo políticas públicas baseadas em evidências.

    “Nosso objetivo é ampliar o acesso a tecnologias abertas que apoiem a resposta ambiental e a recuperação de ecossistemas afetados pelo fogo. A tecnologia deve ser uma ferramenta de empoderamento e não de exclusão”, destacou Marcelo Camargo durante a palestra.

    Ao integrar a programação, a Brazil Flying Labs reforça sua missão de usar a robótica, drones e a inteligência artificial para promover impacto social e ambiental positivo, alinhando-se à visão global da rede Flying Labs presente em mais de 40 países.

    Links:

    https://www.brazilflyinglabs.org.br/aerovision/

  • Mulheres no Comando: Palestra une Python e Drones em parceria entre Brazil Flying Labs, Coletivo Min@ e IEEE AESS UFABC

    Mulheres no Comando: Palestra une Python e Drones em parceria entre Brazil Flying Labs, Coletivo Min@ e IEEE AESS UFABC

    Leia em 3 minutos

    No dia 04 de outubro foi realizada um evento em parceria entre a Brazil Flying Labs, o projeto Coletivo Min@ e o IEEE AESS UFABC integrando as atividades do curso de Programação em Python “Barbara Liskov” voltado exclusivamente para mulheres.

    A atividade contou com a colaboração de estudantes da UFABC, membros do IEEE AESS e voluntários da Brazil Flying Labs: Pedro Campos, Mateus Correia, Eduardo Tiberio, Ana Elisa e Caio Zanoncello.

    O encontro teve como objetivo aproximar as participantes do curso ao universo dos drones e suas aplicações práticas, explorando desde conceitos introdutórios até demonstrações de voo autônomos.

    Foram apresentados os principais usos dos drones, como filmagem, transporte e mapeamento territorial, além da diferenciação entre modelos de asa fixa, rotativa e híbridos. Também foram detalhados os componentes fundamentais de um drone, incluindo motores, hélices, bateria, sensores e câmera, bem como a dinâmica de voo que possibilita sua movimentação e estabilidade no ar.

    Na parte prática, houve a demonstração de programação em Python utilizando a biblioteca djitellopy, aplicada aos drones Tello. O código apresentado permitiu decolagens, deslocamentos, rotações e manobras condicionadas à altura do voo, evidenciando as possibilidades de automação.

    As alunas também participaram de uma dinâmica em grupo, pilotando drones Tello com controle remoto, além de acompanharem um voo autônomo realizado com um drone desenvolvido pelo projeto Taphros Drone Systems, controlado pelo software QGroundControl.

    A iniciativa destacou a relevância de unir projetos tecnológicos na promoção da inclusão feminina e na disseminação de conhecimentos práticos sobre programação e sistemas aéreos não tripulados.

  • Formatura marca encerramento da 5ª edição do curso de Python com Drones em Jundiaí e Cajamar

    Formatura marca encerramento da 5ª edição do curso de Python com Drones em Jundiaí e Cajamar

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    No último dia 27 de setembro de 2025, foi realizada a emocionante cerimônia de formatura da 5ª edição do curso “Python com Drones”, promovido pela Brazil Flying Labs, em parceria com a Prefeitura de Jundiaí, Prefeitura de Cajamar e a empresa Iron Mountain. O curso gratuito, voltado a jovens em situação de vulnerabilidade social, uniu tecnologia, inclusão e futuro em um só projeto.

    Durante 11 encontros semanais, 18 alunos — 9 de Jundiaí e 9 de Cajamar — mergulharam no universo da programação em Python aplicada ao controle de drones, com foco em práticas reais e desafios de inovação. Na formatura, os participantes apresentaram seus projetos finais, com missões de voo automatizadas, demonstrando domínio da linguagem e criatividade nas soluções propostas.

    Destaques desta edição:

    • Primeira turma com maioria feminina, fruto da parceria com o projeto EducaMin@ UFABC, que promove a equidade de gênero na tecnologia.
    • Participação de jovens selecionados pela UGADS (Jundiaí) e CREAS (Cajamar), garantindo acesso a quem mais precisa.
    • Infraestrutura completa disponibilizada pela EGP Jundiaí, incluindo salas, internet e apoio logístico.
    • Materiais, equipamentos e instrutores fornecidos pela Brazil Flying Labs e Iron Mountain — que também premiou os dois alunos com melhor desempenho com notebooks novos.
    • Presença inspiradora de Wellington Frankin, ex-aluno da primeira edição, agora atuando como desenvolvedor na Iron Mountain e monitor no curso.

    O curso faz parte do programa global Moving Mountains, da Iron Mountain, que apoia iniciativas educacionais em todo o mundo, e reforça o compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, promovendo educação de qualidade, redução das desigualdades e inclusão digital.

    A cerimônia de encerramento foi mais do que uma simples entrega de certificados: foi a celebração de um futuro que começa agora — com jovens mais confiantes, capacitados e conectados às oportunidades da era digital.

    Parabéns a todos os formandos!
    O céu não é o limite quando se tem conhecimento, colaboração e propósito.

    Links:

    https://jundiai.sp.gov.br/noticias/2025/10/12/jovens-concluem-curso-de-programacao-em-python-com-drones-promovido-pela-prefeitura/

    https://www.instagram.com/reel/DPv-dLaDW1X/?igsh=MTA4cDFudjcyODd2aA%3D%3D

    https://www.instagram.com/reel/DPHAhaejUaP/?igsh=MWE1bTd1aTlyZzVucA%3D%3D

    https://www.instagram.com/reel/DPHDE9dETxD/?igsh=bWM3bHVmM2dtd3Vu

    https://www.instagram.com/reel/DPHCUlCkfuk/?igsh=ejRjZHh2bXg1ZWIw

  • Brazil Flying Labs e EGP Jundiaí firmam acordo de cooperação técnica para curso de Python com Drones

    Brazil Flying Labs e EGP Jundiaí firmam acordo de cooperação técnica para curso de Python com Drones

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    No dia 2 de setembro de 2025, a Escola de Gestão Pública (EGP) de Jundiaí sediou a assinatura do termo de cooperação técnica que oficializa a realização do curso “Programação em Python com Drones”, iniciativa que tem como objetivo ampliar as oportunidades de adolescentes em situação de vulnerabilidade social por meio da tecnologia.

    O acordo reúne diferentes instituições — a Brazil Flying Labs, a EGP Jundiaí, a Iron Mountain Brasil, a Unidade de Gestão de Assistência e Desenvolvimento Social da Prefeitura de Jundiaí e o CREAS de Cajamar — em um esforço conjunto para promover inclusão social, estimular o protagonismo juvenil e despertar o interesse de jovens por carreiras na área de ciência e tecnologia.

    A cerimônia contou com a presença do diretor-presidente da EGP, Silas Feitosa; da secretária de Assistência e Desenvolvimento Social de Jundiaí, Luciane Mosca; do diretor de Engenharia da Iron Mountain, Diretor de Engenharia da Brazil Flying Labs e instrutor do curso, Marcelo Camargo; da diretora do CREAS Cajamar, Rosângela da Silva Pastura; além dos diretores da EGP, Elvis Brassaroto Aleixo e Karina Neves Bizzaro.

    Faltando apenas dois encontros para a conclusão das atividades, os alunos já se preparam para a formatura em 27 de setembro, quando irão apresentar os trabalhos desenvolvidos e celebrar a conquista.

    Segundo Silas Feitosa, a assinatura marca um momento estratégico para a cidade:

    “Mais do que um curso em andamento, este projeto representa a união de esforços entre poder público, iniciativa privada e organizações sociais para transformar realidades e oferecer novas perspectivas de futuro para esses jovens.”

    Cooperação para gerar impacto

    A Brazil Flying Labs tem como missão promover o uso ético e inclusivo da robótica aérea para gerar impacto social, e a parceria com a EGP Jundiaí reforça esse compromisso. Este acordo mostra que quando diferentes setores se unem — governo, empresas e organizações da sociedade civil — é possível criar oportunidades concretas para que jovens em situação de vulnerabilidade tenham acesso a inovação, ciência e futuro.

    Link para artigo Prefeitura Jundiaí: https://egp.jundiai.sp.gov.br/2025/09/11/egp-fortalece-parcerias-com-instituicoes-privadas-e-leva-inovacao-a-adolescentes-em-situacao-de-vulnerabilidade/

    Link para Vídeo no Instagram: https://www.instagram.com/reel/DOdul64DZvY